No último dia 15 desembarcou em salinas, cidade litorânea a cerca de 200 km da capital Belém, o Charlie Brown jr que desta vez apresentava grandes novidades. Pela primeira vez em mais de 6 anos se reuniram, no palco instalado na praia da cidade paraense, Chorão, Marcão, Thiago Castanho e Champignon agora acompanhados do baterista Bruno Graveto.
O show foi o primeiro com a "nova" formação, marcando a reintegração de dois membros originais da banda o guitarrista Marcão e o baixista Champignon. Ambos deixaram a banda em meados de 2005 após desentendimento com o vocalista Chorão.
Após o encerramento do contrato do até então baixista da banda Heitor Gomes que resolveu investir em um projeto próprio, Champignon se dirigiu ao vocalista para resolver suas diferenças e em seguida aceitou voltar a fazer parte da banda que o consagrou e onde ele conquistou a legião de fãs que possui.
Nós do Baixonatural estivemos neste show histórico para os fãs da banda e seguidores/apreciadores do trabalho desse grande baixista de Rock'n'roll que é o Champignon. E presenciamos uma volta em grande estilo do bassman, que desde o momento em que pisou no palco foi ovacionado pelo público, tornando-se sem dúvida alguma, a estrela, o destaque da noite. Champignon é a cara do grupo, sempre com muita energia e presença de palco somado a suas linhas muito criativas, envolve o público que na maioria das vezes não se resume a baixistas, mas sim a músicos de diversos instrumentos, estilos e até mesmo leigos ficam chapados ao ver Champs e seu baixo de 5 cordas em ação. O show teve duração de 3 horas, onde o público foi ao delírio com canções clássicas do grupo desde a era "Champignon" até a era "Heitor".
Desejamos ao Champignon um bom retorno à banda e que ele continue a nos presentear com as suas linhas de baixo.
Olá amigos "baixomaníacos"!! hoje sem dúvida é um dos posts que está me dando mais prazer em fazer. Depois de grandes feras do mundo do contrabaixo passarem por aqui como Iran Laurindo, o italiano Simone Vignola e o Americano Anthony Wellington através de entrevistas exclusivas que estes gentilmente nos cederam, chegou a vez de uma das minhas maiores influências (e o maior responsável por eu colecionar contrabaixos), e como tenho reparado uma das referências pra muitos baixistas brasileiros também - O grande PJ. O "cara" quando o assunto é contrabaixo, música pop, groove e funk.
Baixonatural - PJ quando decidiu ser baixista? como foi o seu primeiro contato com o instrumento? fale um pouco sobre a sua trajetória.
PJ - Quando eu tinha 13 anos, morava em Brasília e comecei a tocar por que gostava muito de musica e comprava muitos vinis! Na verdade, comecei tocando punk, de palheta e sem a mínima noção de nada! Tocava de onda, daí fui pegando gosto pelo instrumento e comecei a me dedicar . Na época não era como hoje, que é este tanto de informação fácil e infinita na net, youtube e por aí vai! Ter uma video aula de bass VHS era coisa imaginável! Metodos, tablaturas e ver videos de baixistas como vemos hoje na net era impensável! O que demora hoje uma semana para aprender, demorava-se um ano e olhe lá! Lembro me que era fã do Stu Hamm e Mark King (Level 42), demorou uns 3 ou 4 anos para ver o Stu tocando Two Handed e um show ao vivo do Level 42 só mesmo copia da copia da copia em VHS! Por isto digo aos jovens musicos de hoje para aproveitarem ao maximo as infos que temos na atualidade. Não era assim há 10, 15 anos atrás!
Baixonatural - Qual o seu setup nessa nova turnê de 15 anos de JQ? amps, pedais, cabos e Baixos.
PJ - O mesmo de sempre ! Amp: Ampeg SVT 4, Caixas: 2 Ampeg 8x10, Pedais: Radial Tone Bone A/B box, Cry Baby bass, Distorção Big Muff, Akai Deep Impact "synth bass efx", MXR bass envelope filter, Oitavador EBS. Baixos: Music Man 77 e Ritter Roya 2001.
Baixonatural - Hoje em dia as bandas possuem grandes dificuldades de durar muito tempo, qual o segredo do Jota pra chegar aos 15 anos com todo esse gás e sempre com novidades para o seu público?
PJ - Muito trabalho, talento e sorte! Todos nós ouvimos muito e pesquisamos a música em geral! Aprendemos com o tempo a respeitar a diferença entres os membros da banda e fazer disto música! Organização também. Não é só de musica que vive uma banda! Estar ligado no que rola na net...sites de relacionamento e por ai vai ! Mas tudo depende da boa musica! Temos de compor bem! E isto por si só, já é uma grande atividade!
Baixonatural - O jota tem como uma das principais características o groove, com destaque das suas linhas de baixo e o grande sinc baixo/bateria. Como ocorre esse processo de criação? chega a pesar essa expectativa dos seus fãs para a sua próxima linha?
PJ - Obrigado pelo elogio....mas tudo é muito intuitivo...sem pensar. Não sou um baxista "freelance" que tem de saber tudo, sou um baixista de banda e com isto acho que criei uma maneira particular de tocar. Antigamente, quando comecei, as melhores linhas de baixo no Brasil, na musica pop/rock, eram feitas por baixistas que vinham do Jazz, MPB e por aí vai...acho que não tinha uma identidade POP/ROCK. Hoje o pop/rock tem seus fundamentos, em principio é só chegar e tocar.... mas no fundo não é só isso! No pop/rock não se cabe "outsides" ou "complexidade harmonica"....o pop/rock é direto, na cara e visceral! Nada contra ninguém! Mas como se tem de estudar e ouvir jazz para se tocar jazz, no Pop/rock também! Muito mais ouvir que estudar, claro! Mas é um estilo complicado pois está diretamente ligado a fazer "hits"! Talvez mais que qualquer outro estilo...e por isso a responsabilidade é muito grande ! Por isto digo "tocar pop/rock" hoje em dia é uma arte rssss!
Baixonatural - No seu Blog tem 2 músicas para download( BH e Porn Star) vc tem pretensões de no futuro lançar um disco solo ou até mesmo um projeto paralelo?
PJ - Não! Enquanto estiver no JQ não tem trabalho solo! Posso fazer faixas como faço, mas sem pretensão! Estas faixas tem quase 10 anos e foram feitas sem compromisso!
Baixonatural - Sabe-se que o mestre mark king teve grande influência no seu jeito de tocar. Quais outros baixistas que fizeram e fazem a cabeça do PJ?
PJ - São tantos! Mas ai vai: Simon Gallup (the Cure ), Peter Hook (New Order), John Taylor (Duran Duran), Geddy Lee, Flea ( o mais foda rsss), Bernard Edwards, Cliff Burton (Metallica), Les Claypool (Primus), Mick Karn ( Ex Japan, foda no Fretless), Louis Johnson, Liminha, Negretti (ex Legiao), Andre Gomes, Sid Vicious e todos os baixistas de banda do mundo !
Baixonatural - Qual é aquele disco que você não consegue parar de ouvir?
PJ - Blood Sugar SexMagic e Physical Presence do Level 42.
Baixonatural - Aquela dica pra quem tá iniciando e um dia quer ser pro como o PJ?
PJ - Amar o que faz e não recuar nem para tomar impulso! Andar sempre pra frente!
Baixonatural - Os baixistas do Brasil sonham em ter uma coleção como a sua de verdadeiras "máquinas". Se você só pudesse salvar 3 de um incêndio quais seriam e porque?
PJ - Porn Star (meu music man 86 com braço em grafite da Status Graphite), Qualquer precision e qualquer jazz bass!
Nós do BaixoNatural nos sentimos honrados e agradecidos de poder entrevistar uma grande ídolo como você, muito obrigado e esperamos ouvi-lo ao vivo em breve.
PJ - Muito obrigado, um forte abraço Ariel Andrade!!
Baixonatural agradece imensamente ao mestre PJ e também à Sandra Vieira por toda ajuda no contato para esta entrevista.
Não é segredo que o Acid Jazz (Movimento londrino criado no início dos anos 90) é uma fonte que vem abastecendo as influências de diversos instrumentistas pelo globo. Bandas como Incognito, Brand New Heavies, Galliano, Corduroy e principalmente Jamiroquai trouxeram uma nova visão sobre improvisação, groove e técnica, fazendo principalmente os baixistas "baterem cabeça" e perceber que o baixo não precisa estar atrás, escondido pra fazer um bom groove. Caras como Stuart Zender (Primeiro Baixista do Jamiroquai) tornaram-se referência e constantemente figuram em meio as listas de influências de diversos baixistas renomados nos dias de hoje. tendo em vista a grande importância destes, resolvemos falar um pouco sobre cada um destes baixistas que ocuparam a tão respeitada "gig" com o Jamiroquai.
- Nick Fyffe (1999 - 2003)
Nascido em 14 de Outubro de 1972 em Reading na Inglaterra, Nick teve a árdua missão de substituir, nada mais nada menos, do que a lenda e a cara do Jamiroquai ao lado de Jay Kay - Stuart Zender. Com a saída de Stu nas vésperas do lançamento do álbum novo do jamiroquai na época, Synkronized; A banda teve que regravar com arranjos diferentes as músicas por questões de direitos autorais e assim se deu a primeira aparição de Nick como novo 'BassMan' da banda. Fyffe se preparava para uma audição em uma banda tributo de Jamiroquai, quando recebeu o convite de Jay Kay para entrar na banda, quem nunca viu esta história no filme oitentista "RockStar"? pois é com ele esse choque de realidade também ocorreu.
Nick é formado na escola inglesa chamada Chichester College, onde obteve diploma em Jazz & Pop Music. Considerado um prodígio por sair do nada, participar da audição de uma das maiores bandas do mundo e conseguir o trabalho. Porém não era o bastante, após alguns anos no Jamiroquai, onde excursionou pelo mundo e gravou inúmeros cds e dvds, Nick resolveu buscar novos ares, se focar em um trabalho próprio e veio a se desligar oficialmente da banda em meados de 2003.
- Discos Gravados com Jamiroquai
Synkronized
A Funk Odyssey
- DVD'S Gravados com Jamiroquai
Live in Verona
Live at Montreux Jazz Festival
Live at Tokyo Dome
Desde que deixou o Jamiroquai, Fyffe tem participado de inúmeros workshops pelas escolas do Reino Unido. Excursionou e gravou com diversos artistas como Uk dance ensemble, The Shapeshifters, Status Quo, Bruce Dickinson, Robert Plant; Chegando a ocupar a vaga do lendário Roger Glover por um tempo na mais do que consagrada Deep Purple. Em Outubro de 2009 se juntou ao Thenewno2 banda do filho do Beatle George Harrison - Dhani, onde também gravou o primeiro álbum da mesma.
A maior paixão de Nick - Pedais de Efeito. Seu Set além disso conta com Baixos Yamaha e Amplificadores AshDown.
Não é segredo que o Acid Jazz (Movimento londrino criado no início dos anos 90) é uma fonte que vem abastecendo as influências de diversos instrumentistas pelo globo. Bandas como Incognito, Brand New Heavies, Galliano, Corduroy e principalmente Jamiroquai trouxeram uma nova visão sobre improvisação, groove e técnica, fazendo principalmente os baixistas "baterem cabeça" e perceber que o baixo não precisa estar atrás, escondido pra fazer um bom groove. Caras como Stuart Zender (Primeiro Baixista do Jamiroquai) tornaram-se referência e constantemente figuram em meio as listas de influências de diversos baixistas renomados nos dias de hoje. tendo em vista a grande importância destes, resolvemos falar um pouco sobre cada um destes baixistas que ocuparam a tão respeitada "gig" com o Jamiroquai.
- Stuart Zender (1993-1998)
Hoje músico, produtor e diretor musical. Conhecido também como 'Stu', foi o primeiro e diria até que o mais marcante baixista do Jamiroquai, também foi responsável pelas linhas de baixo e co-autoria dos maiores sucessos da banda inglesa. Nascido em 18 de março de 1974 em South Yorkshire, inglaterra; aos 7 anos se mudou para os Estados Unidos, onde ficou até os 15 retornando para o Reino Unido sem seguida onde começou a entrar de cabeça na música. Primeiro foi bateria, em seguida o Contrabaixo que segundo o próprio Zender "foi onde percebi que aquilo era minha vida". Após tocar por aproximadamente 2 anos e tirar nota por nota do trabalho do mestre Jaco Pastorius com o weather report, Stuart conheceu Jay Kay através daquele que seria o primeiro baterista do grupo, que o levou a uma audição no início de 1993, assim começou a odisséia Jamiroquai que agora era formada por Stuart Zender, Jay Kay, Toby Smith e Nick Van Gelder (Posteriormente substituído por Derick McKeinze, atual baterista).
Deixou a banda um pouco antes do lançamento do quarto álbum da banda "Synkronized", pouco se sabe do real motivo que o fez tomar esta decisão, muitos falam que o fato ocorreu depois de uma conversa com Jay Kay sobre a grande diferença de cachê entre ambos. A verdade é que Stuart Zender foi um dos grandes ícones dos anos 90 no baixo, e nos deixou uma grande obra dentro do jamiroquai que vale muito a pena ser estudada.
Em 2009 a já consagrada marca de baixos alemã Warwick desenvolveu o modelo Signature SZ, em respeito a sua grande história no contrabaixo mundial, sempre portando um warwick, infelizmente este modelo não chegou ao Brasil mas fez muito sucesso na gringa com os amantes do bom e velho Funk.
Stuart cita em seu site oficial como suas grandes influências: Nathaniel Phillips, Stanley Clarke, Alphonso Johnson, Chuck Rainey, Larry Graham, Bootsy Collins, Verdine White, James Jamerson, Bernard Edwards, Paul Jackson, Helmut Hatler.
- Discos gravados com Jamiroquai
Emergency on Planet Earth
The Return of The Space Cowboy
Travelling Without Moving
Após deixar o grupo onde ganhou muitos Mtv Awards e até o Grammy, o baixista continuou trabalhando com grandes nomes da música como Lauryn Hill, D'angelo, Mark Ronson, Amy Winehouse e inclusive gravou com a lenda Stevie Wonder. Também gravou trabalhos com suas bandas Azur, Leroi e atualmente agaurda o lançamento do trabalho de seu novo grupo Running Out of Heroes.
Olá amigos dos graves, estamos de volta ao Brasil terra maravilhosa mas principalmente terra de grandes baixistas. Não é de hoje que tenho vontade de entrevistar esse que é um dos grandes nomes no nosso instrumento hoje no país, e com esta volta ao Brasil nada melhor do que entrevistar essa fera.
Qual seu set-up em gravações e em apresentações ao vivo?
Iran - No palco ou no estúdio 2 baixos modelo dream da DeOliveira um com captação EMG passiva e outro com Seymour Duncam ativo,também uso um pedalboard PB12 da landscape com os seguintes pedais (TU-2 afinador,NE-1 da Yamaha,MXR M80 dunlop triefex ODB1 Organic Drive & Booster e SRV1 Spring Reverb tambem da Landscape,e um Jamman da Digitech e como monitoração uso o DB05 da Powerclick) os cabos são da sparflex.
Fale um pouco sobre a sua carreira e sua formação musical.
Iran - Comecei aos 12 anos em bandas de forró aqui do meu estado e passei por bandas de baile tocando vários estilos como funk, bolero, samba, axé etc...depois resolvi estudar em Brasilia,participei tambem de vários cursos técnicos e hoje dou aula em uma das maiores escolas de musica do Pais que é o Conservatório de Música Alberto nepomuceno, sou endorsee de várias empresas como a DeOliveira bass, landscape pedais, Powerclick e tenho o apoio da Sparflex cabos.
Como você vê o cenário instrumental brasileiro hoje?
Iran - Melhorou muito desde quando comecei a tocar a uns 20 e poucos anos...hehe hoje tem muito mais espaço como casas de shows, barzinhos, festivais, centros culturais em todo pais sem falar na facilidade de divulgar nossas musica pela internet.
Quais suas principais influências?
Iran - Rapaz...o baixista Brasileiro como um todo....sou meio radical quanto a isso pois a maioria dos baixista que fazem minha cabeça são brasileiros e muitos deles são meus amigos posso citar entre eles Sergio groove, Jr Primata, Paulo DeOliveira, Pixinga, Adriano Giffoni, Arthur Maia, Miqueias dos Santos, Mauro Sergio, Joel Moncorvo...Mas tambem curto os gringos Victor wooten, Alain Caron, Nathan East e por ai vai.
Quem você considera o seu Bass hero?
Iran - Tenho meus momentos de fã quando escuto o Mestre Luizão maia...aquele som me faz pirar...hehe.
O nivel dos baixistas hoje no Brasil chega a surpreender, algum nome "novo" lhe chama a atenção?quem?
Iran - Acho que essa nova geração de baixistas esta muito bem encaminhada...mas adoro um garoto chamado Michael david (pipoquinha) aqui de Fortaleza que esta morando em SP,o moleque é muito bom, teve algumas aulas comigo...mas já nasceu pronto...hehe um grande Talento.
Fale um pouco sobre seus projetos atuais e quais os seus planos para 2011.
Iran - Tenho feito vários workshops sobre música brasileira junto com meu trio, tocado em festivais como o IB&T bass festival a convite do mestre Pixinga, tambem estou preparando meu primeiro CD que deve sair até agosto.
Você é endorsee dos baixos DeOliveira, fale um pouco sobre esses instrumentos.
Iran - Minha Parceria com a DeOliveira já tem 7 anos adoro meus instrumentos devo ter pelo menos uns 15 baixos aqui...gosto muito da construção e do som desses baixos sem falar que visualmente me agradam muito...ja recebi convites de outras marcas mas nenhuma ate agora me convenceu a largar meus DeOliveiras...hehe.
Qual o disco que você não consegue parar de ouvir?
Iran - Um disco de um Grande amigo e pianista Eduardo taufic chamado “Estiagem”com Sergio groove e Darlam Marley.
Onde podemos entrar em contato com seu trabalho? existe alguma espécie de download disponivel na internet?
Iran - Por enquanto alguns vídeos no youtube...mas já estou aprontando o disco.
Nós do Baixonatural agradecemos a oportunidade de entrevistar você, esperamos vê-lo ao vivo em breve.
Iran - Eu que agradeço oportunidade de falar um pouco da minha vida musical e vamos em frente que o som não pode parar...um abraço à todos que fazem o Baixonatural!
Dando continuidade aos posts direito daqui da Inglaterra com as coisas que encontro por aqui que acho interessante passar pra vocês coisas desde bandas na noite até artigos em revistas de baixo inglesas. O post de hoje vem de uma matéria super interessante da revista Bass Guitar Magazine que li esta semana que falava sobre os 65 baixos que você deve tocar, testar, ouvir e quem sabe até comprar antes de morrer se quiser se chamar de um verdadeiro herói do baixo. Na mesma não aparecem fotos de todos os modelos por isso dividi este assunto em algumas partes, já que tive que fazer uma pesquisa pra poder encontrar fotos de quase todos os modelos, uma vez que alguns citados na matéria foram impossíveis de encontrar; aqui vai a parte final espero que vocês se divirtam.
19. Status S2 Classic
Apresentado em 1981, o Status era a revelação. Baixos Headless já vieram antes mas nenhum com um corpo inglês tão sólido, o que lhe garantiu além do ótimo timbre uma certa reputação pioneira.
18. Carl Thompson '$10 Million Bass'
Não ele não custa 10 milhões, é apenas o nome dado à este baixo construído para o baixista do Primus, o grande Les Claypool que de uma forma ou de outra torna este baixo, sem preço.
17. Modulus Quantum
Baixistas de todas as "tribos" apreciam este contrabaixo, seja pela sua força, timbre ou conforto. Um dos grandes apreciadores é nada mais, nada menos do que Flea (RHCP).
16. Steinberger Synapse
A marca registrada das bandas nos anos 80, continua sendo amada até os dias atuais. Seu look diz FUTURO.
15. Ampeg AUB-1
Somente cerca de 1,100 unidades desta loucura de baixo foram feitas, sendo que o mais novo deve estar completando 40 anos. Você realmente terá trabalho de encontrar um destes que foi o primeiro fretless do mundo.
14. Yamaha BB
Pesado, duro o só para homens de verdade? ele é amado por baixistas de estilos diversos como Nathan East e Glenn Hughes por uma razão - tocar ele é como um sonho. Desde os originais de 1970 até os atuais super BBs eles apresentão uma ligação eletrônica limpa e perfeita, e uma tocabilidade especial.
13. Wal Pro Series
Considerada a jóia do rock pelos gurus do baixo.
12. Hofner Violin Bass
Famoso pelas mãos do mestre Paul Mccartney, o Hofner deixou de ser um instrumento barato dos anos 60 se tornando um top de linha hoje em dia. Timbre característico continua frequentando os maiores estúdios do mundo.
11. Gibson EB-1
Dono de um super médio, apreciado e famoso pelas mãos de Jack Bruce esta jóia foi o primeiro baixo feito pela Gibson.
10. Aria Pro II
Usado com frequência pelo bass hero do metallica Cliff Burton durante os anos 80. Marcado pela versatilidade de seus dois jogos de captadores.
9. Alembic Series I
Mais 'slapável' que qualquer outro, o Alembic vem atraindo vários dos maiores baixistas do mundo no decorrer das décadas, sua qualidade é inquestionável.
8. Overwater Progress
O luthier Chris May passou décadas refinando a arte de construção de baixos e este é os eu resultado final, só por esta história você já pode imaginar a qualidade do produto.
7. Warwick Thumb NT
Aquele som de madeira que você busca, a melhor venda da Warwick nesta última década possui.
6. Spector NS-2 Doug
Slap, pizzicato ou palheta será muito bem recebido por este baixo projetado para o baixista do living color, Doug Wimbish.
5. Gibson Thunderbird IV
Dificilmente haverá um baixista que não tem uma "queda" pelo bom e velho Tbird, se não tiver no mínimo não tem coração. O timbre, a beleza e a história deste instrumento transpõe qualquer dificuldade.
4. Fender Precision
O precision é o verdadeiro baixo da massa. Apesar de já ter mais de 60 anos, muitos acreditam que este instrumento nunca será superado e nunca se tornará algo ultrapassado ou de mal gosto.
3. Music Man StingRay
Há uma razão para que este baixo esteja entre duas lendas: eles compartilham das melhores características que seu co-autor Leo Fender destacou quando apareceu com seus instrumentos graves. Tom único, versatilidade, conforto e fina qualidade de produção fazem deste instrumento um dos mais tocados da história.
2. Fender Jazz Bass
Podiamos falar um milhão de motivos que demonstre a importância deste baixo para a história da música, mas resolvemos resumir a uma pequena lista: Adam Clayton, Tim Commerford, Chris Wolstenholme, Darryl Jones, Dabe Pegg, Flea, Geddy Lee, Grag Lake, Jaco Pastorius, Marcus Miller, Sting, Verdine White, Victor Bailey.........Continua....Continua.....e Continua.
1.O tão esperado - Rickenbacker 4001/3
Paul Mccartney, Chris Squire, Roger Glover, Cliff Burton, John Entwistle, Robert Trujillo e muitos outros em algum momento transformou este baixo em seu baixo oficial sendo pra gravação ou pro ao vivo. Sendo o 4001 (1961-81) ou o seu sucessor 4003 (82 até os dias atuais) eles fizeram a história da música um pouco mais sofisticada e bela, sem dúvida é o contrabaixo mais clássico do mundo.